AB6 - Reencontrar o passado

Um dia, uma citação

AB6 - Encontros e reencontros

Mostrar mensagens com a etiqueta Apito dourado. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Apito dourado. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 3 de abril de 2009

O apito enferrujou - Vitória

Uma enorme vitória do "O Fafe do AB6".

- "Apito dourado de ferro forjado" (20/04/2005);

- "O apito morgado e o sonho" (06/02/2007):

- "Apito ou cambalhacho" (21/06/2007);

- "O apito morgado e a gémea" (22/07/2007).

Não só, mas também dezenas de contundentes intervenções em diversos fóruns e comentários, desde 20/04/2005, quase todos elas censuradas, neste capítulo, no Record (minha trincheira de ataque predilecta).

Claro está que Pinto da Costa é o maior vencedor.

Espero que não dê descanso aos perdedores e aos que abafaram a Constituição (não fui eu que remeti certidões de processos crime em curso e não transitados em julgado para órgãos disciplinares para que o julgamento popular pudesse ser feito e a condenação executada à revelia da Justiça e da Constituição).

Sinto pena dos que usam palas.

Com um pouco de inteligência, lendo atentamente a Constituição do País, perceber-se-ia que, contra ela, tudo foi feito para condenar Pinto da Costa e, essência das essências, para descredibilizar as vitórias e a HISTÓRIA do F.C.Porto e para o retirar da Champions, abrindo, assim, caminho aos que, por incompetência e mediocridade, não passaram do 4º lugar.

Com um pouco mais de "cultura" saber-se-ia que pela lei, em 2004, para haver corrupção teria que existir nexo-casualidade, ou seja teria que ser provado que o PC pediu esses favores concedendo contrapartidas, que o árbitro aceitou a proposta feita e que deliberadamente favoreceu o FCPorto no referido jogo e, também se saberia, que um testemunho vale tanto como o outro, nem mais nem menos.

Quem enviou as ditas certidões para os órgãos disciplinares, por cultura desportiva, por formação "adoc" ou por estudo tripartido, sabia muito bem o que estava a fazer e o que daí iria resultar.

Mas sabia (porque a sua profissão e formação a obrigava a saber) que, que face à lei e à Constituição, a derrota na Justiça seria inevitável.

A condenação popular é muito mais profunda e profícua do que a verdade da sentença da Justiça dos Tribunais.

Eu recuso dar um nome a essa situação e aos seus intervenientes.

Mas alguém terá que lhes atribuir um. Pelo menos um.

Pena que o procurador Baltazar Garzon seja espanhol.

Na vertigem da corrupção, muito mais frenética, incisiva, poderosa, malabarista e cambalacheira a que, por todos os meios, tentou condenar o Pinto da Costa e denegrir o FCPorto, do que a acusação que sobre estes intentaram erigir.

Espero que o advogado do Pinto da Costa tenha os recortes de todos os jornais e dos milhares de comentários em fóruns, sobre o apito dourado, para apresentar queixa por instrumentalizada condenação popular e difamação premeditada contra Ricardo Costa, Luís Filipe Vieira, morgadinha dos canaviais, Leonor Pinhão, Carolina e Cartaxana.

Ficarei a aguardar que os magistrados procuradores, que arquivaram os processos contra Pinto da Costa, que foram desautorizados e viram a sua competência enxovalhada, assumam a sua verticalidade e dignidade sem complacência e sem temor.

Ainda bem que o apito dourado, diga-se "apito azulado", chegou ao fim.

É evidente que, à medida que o empenhamento dos "justiceiros", em aniquilar a credibilidade das vitórias do F. C. Porto, se ia esboroando nas salas dos tribunais, o verdadeiro combate à grande e real corrupção ia emergindo com inusitado estouro.

Quantos recursos diluídos na caça às bruxas?

No retratro da minha memória eu vejo o Sr. Procurador Geral com o livro "Eu Carolina" na mão e recordo a constituição, em Lisboa, de uma equipa especial, com especiais poderes, chefiada pela mediática Maria José Morgado.

Ámen!

domingo, 22 de julho de 2007

O apito morgado e a gémea

Ana Maria Salgado garantiu ao Ministério Público (MP) que a irmã iria ser treinada para não hesitar nas declarações que venha a prestar em tribunal nos processos em que é acusado o antigo companheiro, Jorge Nuno Pinto da Costa.

Em depoimento prestado no Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) do MP do Porto, no âmbito da queixa por difamação apresentada pelo médico Fernando Póvoas, a gémea de Carolina Salgado falou em alegadas cumplicidades com os investigadores do processo Apito Dourado e relatou inclusive alegadas reuniões com um dos elementos da PJ integrados na equipa de Maria José Morgado, com vista a preparar as versões a apresentar nos diferentes casos em que está envolvido o presidente do F. C. Porto.

"Tem conhecimento de que está prevista uma espécie de 'formação' da Carolina nas instalações da Polícia Judiciária de Lisboa, a fim de a preparar nos depoimentos (nomeadamente para a mesma não vacilar) que tenha que prestar no âmbito dos processos conhecidos como Apito Dourado", pode ler-se num dos autos de inquirição.

Esta versão de Ana Maria Salgado já foi classificada pela própria Maria José Morgado como totalmente falsa, considerando "ridícula qualquer hipótese de maus métodos processuais" ou métodos proibidos de recolha de prova. Por estas declarações, a magistrada vai apresentar queixa por difamação, denúncia caluniosa e falso depoimento.

Leonor Pinhão referida

Mas a irmã gémea de Carolina continua a garantir a veracidade das suas afirmações, jurando não estar a ser manipulada.

Para lá de dar conta de um alegado interesse em fazer com que a ex-companheira do dirigente desportivo não entre em contradição nos depoimentos a prestados e que venha a prestar quando interrogada nos julgamentos dos diversos processos ainda a correr, falou de contactos entre Morgado e Carolina, dizendo que a magistrada lhe deu "força para continuar", num momento em que soube estar "psicologicamente em baixo".

E garantiu ainda que a coordenadora do Apito Dourado telefonava a Carolina sempre que era deduzida uma acusação, no âmbito da megainvestigação à corrupção no futebol.

No depoimento no DIAP, Ana Salgado implica Luís Filipe Vieira e Leonor Pinhão na suposta "trama" contra Pinto da Costa, garantindo que o presidente do Benfica pagou 20 mil euros a Carolina e assegurou antecipadamente a compra de um lote considerável de exemplares do livro "Eu, Carolina", à D. Quixote.

Ana Salgado vai entregar ao Ministério Público (MP) a versão original do livro "Eu, Carolina", que diz ter em sua posse, apurou o JN.

Esta diligência integrar-se-á num processo já a correr no DIAP do Porto centrado nas declarações de Fernanda Freitas já noticiadas pelo JN, segundo as quais o livro que revolucionou o processo Apito Dourado sofreu várias alterações, com suposta intervenção de pelo menos Leonor Pinhão, conhecida jornalista, adepta do Benfica e colaboradora da editora D. Quixote.

No depoimento prestado no MP, a irmã gémea de Carolina deu ainda uma explicação para a aparente zanga entre a professora que ajudou a escrever o livro e Carolina.

A docente pretenderia 30% daquilo que Carolina viesse a receber mas foi, afinal, paga no montante de apenas 500 euros pela própria editora.

As denúncias da irmã vão mais longo e chegam ao ponto de garantir que Carolina já recebeu 10 mil euros por conta do filme "Corrupção", baseado no livro. Diz que foi passado recibo verde e que uma parte do dinheiro foi depositado no BPN e outra parte está no cofre do restaurante do pai.

Desde que, por sua iniciativa juntamente com o marido, prestou testemunho, Ana Salgado tem estado em parte incerta para o pai e irmã.

Na entrevista de anteontem à SIC, refutou e lamentou a afirmação lançada publicamente por Joaquim Salgado sobre presumíveis problemas mentais, designadamente doença bipolar.

Publicado no JN em 22/07/2007

E agora, Sr. Procurador-Geral, pergunto eu?

Quem irá investigar e quem garantirá a preservação e protecção do depoimento da gémea tresmalhada?

E aos responsáveis a nomear serão delegados poderes de isenção e de independência face a Maria José Morgado e à sua equipa?

Eu recordo aqui, mais uma vez, que eu, porque a isso não sou obrigado, não confio na seriedade e na isenção da Maria José.

A independência e a equidade, que reclamamos para a nossa justiça, justificariam que a investigação e aprofundamento do testemunho da Ana Maria Salgado, do livro de Felícia Cabrita, Luzes e sombras de um dragão e das declarações de Fernanda Freitas, fossem delegados nos magistrados que viram os processos do apito dourado, por si arquivados, serem reabertos pela Maria José.

Isto será o mínimo exigível, porque, se eu acreditar nos meus pecaminosos pensamentos, nos quais eu sinto que o dossier do Luís Filipe Vieira, que o projecto, elaboração e publicação do Eu Carolina, que o projecto, argumentação e encenação do filme Corrupção e que a reabertura de processos do apito dourado, são parte de um todo e são o desígnio de um enorme e terrível polvo de seis milhões de tentáculos, eu exortarei todos os amantes da verdade e da justiça a reclamarem veementemente o recurso ao procurador espanhol Baltazar Garzon.

quinta-feira, 21 de junho de 2007

Apito ou cambalacho?

Este texto não obedece a critérios de pesquisa científica e não é, nem pretende ser, um testemunho de factos evidentes.
Sou um como outro qualquer que, vivendo longe da luz da ribalta e dos megafones, não deixa que lhe lavem o cérebro e que, pretendendo independência, absorve, analisa, pensa e descodifica pela sua própria cabeça, não recorrendo à sabedoria alheia, que, muitas das vezes, é de duvidosa cepa.
Portanto tudo o que a seguir virá, será somente o resultado da minha, razoável ou mísera, capacidade de raciocínio e o retrato fiel dos meus pensamentos.
Detesto ter que vir a reconhecer, mais tarde, que a minha razão, não passou de razão auto-amordaçada e inútil.
Por isso e na sequência de anteriores intervenções, aqui estou.
O Fafe do AB6


PINTO DA COSTA ACUSADO!


Aconteceu o esperado.

Pelo menos para mim.

Da leitura que fui fazendo dos mais variados acontecimentos relacionados com o apito dourado, tornou-se, para mim, evidente que sempre existiu um propósito premeditado de caçar Pinto da Costa e de denegrir as vitórias do F.C. Porto a qualquer preço, incluindo, segundo os meus pecaminosos pensamentos, a encomenda, manipulação e compra de testemunho sustentável.

A persistência e obstinação de Maria José para descobrir novos indícios (esgravatou, remexeu e suspeitou de tudo que ao F.C. Porto dissesse respeito) que se sobreponham à evidente falta de nexo de casualidade e à débil fundamentação da acusação relacionada com o jogo F.C. Porto – Estrela de Amadora, prostituíram, penso eu, a justiça e a isenção exigíveis a quem, ao serviço do bem comum, tem obrigação de zelar pela coerência e equidade de qualquer investigação.

Nas escutas telefónicas do apito dourado, pelo que li e ouvi, nos media, são também referenciados Luís Filipe Vieira, José Veiga e S.L. Benfica. Pelo que tenho lido são também referidos encontros entre José Veiga e árbitros em alguns restaurantes.

Nunca ouvi ou li que Maria José tenha desenvolvido pesquisas e averiguações, das quais se possa concluir pela existência da mesma persistência, obstinação e empenho para aduzir a correspondente acusação.

E eu, nos meus pecaminosos pensamentos, pergunto, de que tem medo Maria José? Receia pela evidência do nexo de casualidade, cuja inexistência, no F.C. Porto – Estrela da Amadora, penso eu, tanto a martiriza?

É por tudo isto que, como resultado do meu raciocínio em constante ebulição, eu penso que a justiça está a ser desvirtuada e que, segundo os meus pecaminosos pensamentos, estamos perante uma perseguição gravemente suspeita.

Eu olho para o rosto, na minha opinião, carrancudo de Maria José e percebo nele o empenho no estudo obstinado e martelado, mas, felizmente, não lhe consigo vislumbrar a dita inteligência, que muitos lhe apregoam.

Ainda agora, o advogado de Pinto da Costa, opinou, em comunicado, sobre o teor da acusação e, de imediato, por coincidência penso eu, Maria José voltou a inquirir Carolina Salgado e o árbitro Augusto Duarte, naquilo que eu interpreto como uma tentativa desesperada para descobrir um indício claro e inequívoco (dinheiro, dizem os media) que fundamente definitivamente a acusação de forma a aniquilar Pinto da Costa e o F.C. Porto.

Nos meus pecaminosos pensamentos, eu pergunto, porquê não encomendar um livro ao Augusto Duarte? Resolver-se-iam, penso eu, os fantasmas Beira-mar – F.C. Porto e Nacional da Madeira – S.L. Benfica, e seria tiro e queda.

O que a Maria José ainda não conseguiu explicar é se a Carolina Salgado, nos jogos F.C. Porto – Estrela da Amadora e Beira-mar – F.C. Porto, foi árbitro principal, árbitro assistente ou quarto árbitro.

Mas a mim ninguém precisa perguntar, porque eu, nos meus pecaminosos pensamentos, percebo muito bem quem é a estratega e autora moral do Eu Carolina.

Nos meus pecaminosos pensamentos, eu entendo, a condenação de Pinto da Costa e o denegrir dos êxitos e vitórias do F.C. Porto, como um desígnio inquebrantável de Maria José, de quem, na minha interpretação do que me é dado ler, ouvir e adivinhar nos entretantos, não enxergo a seriedade e isenção que eu penso serem absolutamente indissociáveis deste processo apito dourado e cuja resolução não pode depender de fanáticos e sectários anti-Pinto da Costa e anti-F.C. Porto.

Aliás, nos meus pecaminosos pensamentos, eu acredito muito mais que a vivência e a intimidade diárias de Maria José com o seu marido, conselheiro do S.L Benfica, amigo pessoal de Luís Filipe Vieira e que, nos meus pecaminosos pensamentos, aparece como um dos principais mentores e ideólogos da cruzada pelo apito dourado contra o Pinto da Costa e F.C. Porto, seja muito mais propícia a que a Maria José abdique, da sua seriedade e da sua dignidade, a favor da solidariedade para com as solicitações e exigências do seu efectivo companheiro do que, duma eventual e isolada noitada de putas e dum eventual jantar, se possa deduzir e se possa alegar que Jacinto Paixão vendeu a sua dignidade e seriedade.

A Maria José deve saber muito bem que a Liga e a Federação Portuguesa de Futebol são entidades de direito privado e que não estão acima de qualquer outra entidade ou cidadão.

A Maria José sabe, com certeza, o que é segredo de justiça e qual a importância e a obrigação de garantir a sua inviolabilidade.

A Maria José conhece a Constituição da República e sabe, se calhar melhor que ninguém, que a Lei Fundamental obriga a que todo o arguido se presume inocente até ao trânsito em julgado da sentença de condenação, devendo ser julgado no mais curto prazo compatível com as garantias de defesa. (Artigo 32º, ponto 2.)

A Maria José sabe muito bem que, nos jogos investigados, por mais peritos que consulte, e há milhões deles no país, jamais conseguirá provar, porque não existiu, intervenção falaciosa dos árbitros, favorável ao F. C. Porto.

Então Maria José, porquê e em que pressupostos legais assenta a sua decisão de enviar certidões, extraídas do processo, para a Liga e para a Federação Portuguesa de Futebol? A que legitimidade recorreu para desenvolver parcerias de cooperação, pelo menos é o que depreendi das palavras de Ricardo Costa, presidente da Comissão Disciplinar da Liga, com os departamentos jurídicos dessas instituições? O que pretende?

Entende a Maria José que essas entidades estão acima da Constituição e da presunção de inocência e entende que, a favor delas, a Maria José tem a autoridade de violar o segredo de justiça?

Nos meus pecaminosos pensamentos, começo já a perguntar-me se não será, Luís Filipe Vieira, a voz do calendário.

Pretender que os, eventuais, pagamentos de prostitutas, café e ou jantares prefigure um acto de corrupção é ridiculamente assustador, sobretudo quando crimes e ou actos gravíssimos são, penso eu, sucessivamente esquecidos e, penso eu, branqueados.

Aduzir que, a troco de uma noitada de luxúria e forrobodó, alguém possa ter vendido a sua própria dignidade e respeitabilidade é, penso eu, passar um atestado de corrupção activa e passiva a toda a sociedade portuguesa, incluindo políticos, magistrados, advogados, médicos, polícias, autarcas, árbitros, putas, empresários, empreiteiros, etc. etc..

Isto é inaceitável, mais ainda quando, comprovadamente, não existe entre os eventuais favores e o objecto do acto de corrupção (o jogo F.C. Porto – Estrela da Amadora) qualquer relação de efectiva troca de correspondentes favores.

A lei em vigor, aquando dos supostos acontecimentos, exige a existência de nexo de casualidade para que um qualquer acto possa ser pronunciado como crime de corrupção.

Mas cuidado com o nexo de casualidade, os jogos não são transmitidos a três dimensões e há muito quem seja perito em explorar a ilusão de óptica, a câmara lenta, os ângulos de focagem, as omissões e os cortes cirúrgicos, desvirtuando a realidade do jogo, em proveito das suas convicções coloridas e em proveito do alarido que pretendem agitar ou silenciar.

E dessas habilidades estamos nós saturados.

A Maria José, que segundo diz o Procurador-Geral, estuda muito, sabe tudo isto de cor e salteado.

E sabe que ao acusar Pinto da Costa vai perder.

E se os seus colegas, isentos e inteligentes, arquivaram o processo, a troco de quê, pergunto eu, a Maria José opta pela derrota jurídica?

Será porque, penso eu, procura, na exultação e frenesim dos seis milhões, a condenação pública, que nunca conseguirá, penso eu, pela via judicial? Será porque, penso eu, aos olhos dos seis milhões ela será glorificada como o símbolo da justiça, regeneradora da verdade desportiva e heroina do obscurantismo dragoniano, enquanto que, aos mesmos olhos, os que virão a julgar e decidir, no lugar certo e à luz das leis existentes, serão para sempre a simbologia de os maus da fita?

Será porque o Eu Carolina veio descodificar as escutas telefónicas?

Tenho para mim, que o mais estúpido burro, o mais estúpido jerico e o mais estúpido camelo deste país, percebem que o Eu Carolina não é um testemunho espontâneo, livre, voluntário e sério.

Todos esses, penso eu, entendem que o Eu Carolina é um testemunho encomendado, pago, manipulado e ensaiado.

E, nos meus pecaminosos pensamentos, eu vislumbro factos e coincidências que importa enumerar:

Facto 1 - O famoso dossier, que muitos dizem mais não ser do que fotocópias do processo apito dourado, e que, penso eu, foi entregue em mão a Luís Filipe Vieira e não colocado á porta da sua casa, como ele sempre fez questão de fazer crer, foi parar às mãos do S.L. Benfica, que por acaso, e só por acaso, não é entidade judicial. Ou será que é?

Coincidência 1 – Saldanha Sanches, conselheiro do S.L. Benfica e amigo pessoal de Luís Filipe Vieira é marido de Maria José Morgado, magistrada e procuradora do Ministério Público.

Facto 2 – O famoso dossier, que segundo Luís Filipe Vieira apareceu à porta de sua casa, trazido, penso eu, por uma qualquer cegonha, não foi entregue de imediato, como se impunha legalmente, às entidades judiciais deste país.

Coincidência 2 - Saldanha Sanches, conselheiro do S.L. Benfica e amigo pessoal de Luís Filipe Vieira é marido de Maria José Morgado, magistrada e procuradora do Ministério Público.

Facto 3 – As entidades judiciais, sobretudo o Ministério Público, não exigiram que de imediato, logo após a primeira intervenção nas TVs, Luís Filipe Vieira devolvesse o dito dossier.

Coincidência 3 - Saldanha Sanches, conselheiro do S.L. Benfica e amigo pessoal de Luís Filipe Vieira é marido de Maria José Morgado, magistrada e procuradora do Ministério Público.

Facto 4 – Luís Filipe Vieira, na posse do dito dossier, fartou-se de, diante das TVs e outros media, protagonizar profuso folclore pidesco, ameaçando e querendo impor intervenção judicial, perguntando eu, agora, de onde lhe teria vindo a inteligência e a competência jurídica para dele, dossier, tirar as devidas conclusões?

Coincidência 4 - Saldanha Sanches, conselheiro do S.L. Benfica e amigo pessoal de Luís Filipe Vieira é marido de Maria José Morgado, magistrada e procuradora do Ministério Público.

Facto 5 – Luís Filipe Vieira, sempre foi dizendo que o dito dossier seria analisado pelo departamento jurídico do S.L. Benfica, do qual, penso eu, não dependia nem depende competência legal e jurídica para o efeito, nem eu, nos meus pecaminosos pensamentos, consigo perceber que razões obscuras existiriam para se auto-substituir ao Ministério Público.

Coincidência 5 - Saldanha Sanches, conselheiro do S.L. Benfica e amigo pessoal de Luís Filipe Vieira é marido de Maria José Morgado, magistrada e procuradora do Ministério Público.

Facto 6 – Após esse longo período, que eu considero de folclore pidesco, e após a, penso eu, fantasmagórica análise do S.L. Benfica ao dito dossier, aparece publicado o livro Eu Carolina, prefaciado pela Leonor Pinhão, que nos meus pecaminosos pensamentos aparece como a mais aviltante e nauseabunda anti-Pinto da Costa e anti-F.C. Porto de que tenho memória, e cujo conteúdo, segundo é referido no mais recente livro de Felícia Cabrita, mais não é do que uma transcrição do correspondente processo apito dourado, ou seja, por dedução matemática do dois mais dois são quatro, do dito dossier.

Coincidência 6 - Saldanha Sanches, conselheiro do S.L. Benfica e amigo pessoal de Luís Filipe Vieira é marido de Maria José Morgado, magistrada e procuradora do Ministério Público.

Facto 7 – O Procurador-Geral aparece nas TVs de livro, Eu Carolina, na mão, tendo eu entendido das suas palavras que o iria analisar e aferir da sua importância. Pouco tempo decorrido, constitui uma equipa especifica e de poder centralizado para o apito dourado, nomeando para responsável máximo dessa equipa a Maria José Morgado.

Coincidência 7 – Maria José Morgado, magistrada e procuradora do Ministério Público é esposa de Saldanha Sanches, conselheiro do S. L. Benfica, amigo pessoal de Luís Filipe Vieira, o qual, nos meus pecaminosos pensamentos, aparece, juntamente com Leonor Pinhão, como um dos principais mentores e ideólogos da cruzada vermelha pelo apito dourado contra o Pinto da Costa e F.C. Porto.

Facto 8 – A Maria José, conforme publicou Miguel Sousa Tavares na A Bola de 16/01/2007, reuniu-se, num hotel com Carolina Salgado e Leonor Pinhão. Inacreditável, pensei eu. E, nos meus pecaminosos pensamentos, eu pergunto, num hotel porquê e para quê e que lá fazia a Leonor Pinhão, a tal que nos meus pecaminosos pensamentos aparece como a mais aviltante e nauseabunda anti-Pinto da Costa e anti-F.C. Porto de que tenho memória?

Coincidência 8 – Maria José Morgado, magistrada e procuradora do Ministério Público é esposa de Saldanha Sanches, conselheiro do S. L. Benfica, amigo pessoal de Luís Filipe Vieira, o qual, nos meus pecaminosos pensamentos, aparece, juntamente com Leonor Pinhão, como um dos principais mentores e ideólogos da cruzada vermelha pelo apito dourado contra o Pinto da Costa e F.C. Porto.

Nos meus pecaminosos pensamentos, eu reclamo a demissão da Maria José e reclamo a anulação de todas as averiguações e decisões emanadas do seu comando.

Aliás, nos meus pecaminosos pensamentos, eu penso que um DIAP isento e independente, deveria investigar todos os que directa e indirectamente estiveram relacionados com a publicação do Eu Carolina e com a, penso eu, fuga das fotocópias do processo apito dourado, conhecidas, penso eu, pelo nome de dossier, que por sua vez, penso eu, esteve na origem do Eu Carolina.

Em virtude desta minha actividade mental, espero, com exultante prazer, ver a Maria José estrebuchar e ser esborrachada, em pleno tribunal, contra o soalho das causas perdidas, enquanto que, na mesma sala, espero ver a Carolina Salgado dançar frenética e incessantemente, como que revivendo Os cavalos também se abatem. Muito espero da eficácia do advogado de Pinto da Costa.

Tenho esperança que aí, no tribunal, se apagará para sempre o mito morgado, germinado no seio dos media sem que, para além das controversas e mediáticas intervenções, alguma vez, na minha opinião, tenha justificado o imortalizado atributo.

Eu penso que Pinto da Costa e F.C. Porto não precisam de um advogado que os defenda. Penso eu, precisam é de um advogado de ataque demolidor, que não receie as palavras nem as consequências e que não abrande a determinação e o ataque enquanto não conseguir que toda a actividade profissional, pessoal e financeira de todos os que directa e indirectamente estiveram relacionados com a publicação do Eu Carolina e com a, penso eu, fuga das fotocópias do processo apito dourado, conhecidas, penso eu, pelo nome de dossier, que por sua vez, penso eu, esteve na origem do Eu Carolina, sejam averiguadas e investigadas ao milímetro e ao cêntimo, aqui e no estrangeiro, a partir do inicio do mês anterior ao aparecimento do famoso dossier á porta da casa de Luís Filipe Vieira.

É estranho, mas não deixa de ser relevante, pelo menos para mim, que o Procurador-Geral não tenha aparecido, nunca, com o recente livro de Felícia Cabrita, Luzes e sombras de um dragão, na mão e que, sobre ele, nada tenha pronunciado.

É estranho, que nenhuma equipa específica e com plenos poderes tenha sido nomeada, pelo Procurador-Geral, para analisar e investigar a veracidade dos gravíssimos crimes que nesse livro, de Felícia Cabrita, são mencionados e testemunhados e que põem em causa, na interpretação que desses relatos faço, a idoneidade, seriedade e sanidade mental, não só da Carolina Salgado, como também de quem, penso eu, não refutando e não contra-argumentando as acusações contidas nesse livro, a credibiliza e apoia.

É preocupante que o Procurador-Geral da República desconheça Luzes e sombras de um dragão, de Felícia Cabrita, e, mais inquietante ainda, que ignore um conteúdo que revela o testemunho de crimes hediondos e incomensuravelmente mais graves do que os cafés, as prostitutas e jantares do Eu Carolina.

É inexplicável que, após a publicação de Luzes e sombras de um dragão, se permita a insistência na reabertura de um processo, exclusivamente sustentada na credibilidade de Eu Carolina e Carolina Salgado e, mais inexplicável ainda, que se consinta o avançar com a acusação do principal visado no testemunho literário de Carolina Salgado, sem antes ordenar a investigação de Luzes e sombras de um dragão e do respectivo conteúdo e sem antes impor a inquirição de Felícia Cabrita e da sua fonte.

Já agora, Maria José, sabia que Felícia Cabrita escreveu um livro, no qual arrasa Carolina Salgado?

E já agora, Maria José, mandou investigar o livro e a veracidade dos seus testemunhos, que, directa ou indirectamente estão ligados aos testemunhos de Carolina Salgado?

E já agora, Maria José, por uma questão de isenção, verticalidade e coerência, inquiriu a Felícia Cabrita e sua fonte e anexou os seus depoimentos, tal qual fez com os de Carolina Salgado, ao processo?

A obsessão pela condenação de Pinto da Costa e F.C. Porto não pode branquear tudo e muito menos, as entidades judiciais, podem assobiar para o lado quando a credibilidade, fundamental e essencial à sustentação da reabertura e acusação, é literalmente esmagada por Felícia Cabrita e sua fonte, que curiosamente e estranhamente, ou talvez não, são completamente ignorados.

Ainda não ouvi ou li que os magistrados responsáveis pelo arquivamento dos processos, agora reabertos, tenham sido inquiridos, investigados e constituídos arguidos por corrupção passiva, o que me leva a interpretar que esses magistrados analisaram e decidiram em conformidade com o instituído legalmente e de acordo com as suas delegadas competências.

Porquê, então, constituir uma nova e centralizadora equipa e porquê nomear Maria José Morgado como responsável máximo?

Porquê semelhantes falta de ética, falta de solidariedade e falta de confiança profissional?

Porquê anular decisões de colegas magistrados, quando estes agiram no uso das competências delegadas e das suas faculdades judiciais?

Num país que deixa prescrever o famoso processo UGT e Torres Couto;

Num país que esquece e ignora a Parque Expo;

Num país, que assiste impávido e sereno à comunicação, do então presidente Manuel Vilarinho, de que o S.L. Benfica de Vale Azevedo devia uma pipa de massa ao fisco e segurança social;

Num país que, obviamente, fica a entender que o S.L.Benfica de Vale Azevedo entregou na Liga uma certidão, comprovativa da regularidade da sua situação, fraudulenta, porque fundamentada em dados falsos e inexistentes;

Num país que permite que, o Artigo 10º do Decreto-Lei nº 303/99 de 06 de Agosto, seja gravemente vigarizado pelo S.L.Benfica de Vale Azevedo.

Num país que aceita a ultrapassagem fraudulenta do Regulamento das competições da Liga Portuguesa do Futebol Professional, aprovado em conformidade com o Artigo 12º do mesmo Decreto-Lei e que, em conformidade com a alínea d) do mesmo Artigo 12º, impediria a participação competitiva na 1ª Liga, caso não tivesse sido vigarizado e caso não tivesse sido, eventualmente, vitima de corrupção;

Num país que, após a descoberta do maior escândalo e fraude desportiva da história do futebol português, permite que os regulamentos não sejam devidamente accionados, e permite que S.L. Benfica continue, impunemente, a participar na 1ª liga e vê os media e as entidades judiciais entretidas com o dinheiro da transferência de Ovchinnikov, como se em terra de cegos quem tem um olho é rei;

Num país que deixa caducar as medidas de coacção de presumíveis assassinos de um agente da Polícia Judiciária, deixando-os em liberdade;

Num país que assobia para o lado quando as vítimas do processo Casa Pia, em pleno tribunal, são silenciadas quando implicam Paulo Pedroso, e os seus testemunhos descredibilizados e ignorados;

Num país que olvida Entre-os-Rios;

Num país que, uma magistrada do Ministério Público, desvenda a existência, até aí desconhecida e impune, de slot-machines abortadoras;

Porquê, no mesmo país, a cabeça de Pinto da Costa?

Porquê, no mesmo país, a dignidade e respeitabilidade do F. C. Porto?

Porquê, no mesmo país, se permite a perseguição doentia e implacável de quem, eventualmente, paga café, marisco ou putas?

Na Grande Entrevista, com Judite de Sousa, o Procurador-Geral sentiu necessidade de justificar que não existe qualquer tipo de perseguição a Pinto da Costa e F.C. Porto.

É bom saber que o Procurador-Geral se apercebe de que em Lisboa existe a percepção de que Pinto da Costa e F.C. Porto são vítimas de perseguição judicial.

Apesar do tremendo esforço que faço, e muito tenho feito, sinto enorme dificuldade em acreditar que o Procurador-Geral é apenas uma coincidência nesta, penso eu, despudorada caça às bruxas.

Quanto ao projectado filme de João Botelho e Leonor Pinhão, que, nos meus pecaminosos pensamentos, são os mais assanhados, imbecis, fanáticos e sectários anti-Pinto da Costa e anti-F.C. Porto, lembro apenas, que o Eu Carolina não é romance nem ficção. É um depoimento unilateral e sectário, sem direito a contraditório, sobre duas pessoas reais e que envolve outras pessoas mais, também reais.

Acredito na sagacidade e inteligência de Pinto da Costa para que, à custa desse filme e dos seus autores, o F.C. Porto consiga, na altura própria, reforçar o seu plantel e reduzir, consideravelmente, o seu passivo.

Assim seria, pelo menos, num país de direito.

E se não estamos num país de direito, nem de direitos iguais, estamos, com certeza, inseridos numa comunidade europeia de direito.

Mas não descansem, portistas, que isto não acaba aqui. Outras, muito mais graves, estão para rebentar e, uma vez mais, Pinto da Costa e F.C. Porto estão na liça.

Quem não se lembra da época de 1996/97?

Dois jogos estão, penso eu, sob cerrada investigação e não tardará, penso eu, a inquirição dos árbitros desses encontros.

Ambos se realizaram no estádio da Luz e envolveram S.L. Benfica e F.C. Porto.

Os graves indícios recaem sobre o jogo da final da Supertaça, referente aos vencedores da época de 1995/96, e à 15ª jornada da Liga, jogo este que o S.L. Benfica iniciou com cinco pontos de atraso em relação ao F.C. Porto, 1º classificado, e do qual dependia a esperança benfiquista na conquista do título.

Penso eu, que as diferentes equipas de arbitragem serão acusadas, pelo mesmo tipo de crime que, eventualmente, poderá determinar a prisão de PC e a despromoção de FCP, por corrosão activa.

Em ambos os jogos existem fortes indícios de baile não autorizado, com utilização de música pirata, e de que só o F.C. Porto terá sido autorizado a dançar.

No jogo da Supertaça, a situação é extremamente grave. Para além da corrosão e dos indícios já referidos, sobre o árbitro recai, ainda, a acusação de ter validado cinco golos, marcados ao ritmo frenético de twist de contrafacção, comprado a feirantes e ilegalmente acelerado para as possibilidades dos jogadores do S.L. Benfica, tudo apontando para que Pinto da Costa venha, ainda, a ser responsabilizado pelo atarantarismo generalizado, depressão convulsiva e pelas violentas alucinações e estupefacções, determinantes para a ocorrência de alguns graves acidentes de saúde pública, por todo o país.

Apesar de mais volumoso, o 7-0 de Vigo não se compara, em violência sísmica e violência dos batimentos cardíacos, ao 0-5 verificado neste jogo.

E querem roubar o mérito dos êxitos do F. C. Porto!

Cambada de convencidos!

Nem com estes terramotos e outros sismos mais, eles se enxergam.

Quando tivermos a certeza que os seis milhões esmagam e devoram o poder político, a justiça e os arautos da comunicação, quando tivermos a certeza que os seis milhões, disfarçados de santos, nos sufocam com o seu fanatismo e sectarismo petulante e quando tivermos a certeza de que o país nos abandona à sorte sicilianaica, então nada mais nos restará senão enveredarmos por outras formas de luta.

Um longo, longuíssimo texto que mais não quer dizer do que uma simples frase:

- Porque a isso não sou obrigado, eu não confio na isenção e seriedade da Maria José.

Sempre em frente.

A vitória, da conquista, e não a ave de rapina, será nossa.


http://www.ofafe.blogspot.com

- O apito dourado, de ferro forjado (FEV/2007) Original ABR/2005

- O apito morgado e o sonho (FEV/2007)


terça-feira, 6 de fevereiro de 2007

O apito morgado e o sonho

A Dra. Maria José Morgado e o Procurador-Geral jamais me convencerão quanto às suas prioridades.

Aos apregoados, ao longo dos tempos, seis milhões de benfiquistas, respondeu o Dr. Dias da Cunha, aguentando a parada, com os quatro milhões de leões.

Os portugueses são dez milhões.

Não tenho dúvida alguma que a Dra. Maria José Morgado e o Procurador-Geral são dois grandes portugueses.

É espantoso o apite voraz e a fixação para apanhar Pinto da Costa e o F. C. Porto a qualquer preço, sem um pingo de vergonha.

É espantoso como casos como o da UGT e Torres Couto, como o da Expo, como os da “Slot-Machines” abortadoras e muitos, muitos, outros mais, que envolvem milhões, o caso Casa Pia, os indiciados assassinos de agente da Judiciária que foram libertados porque permitiram que caducassem as medidas de coacção e outros casos mais, também aviltantes e preocupantes, não tenham merecido e não mereçam do Estado e das entidades judiciais a mesma preocupação, empenhamento e, sobretudo, prioridade.

Estarão á espera do exemplar empenhamento e da exemplar prioridade do processo Apito Dourado, centrado no pagamento a putas para desflorar árbitros, para credibilizar a justiça?

Estou esclarecido e deixem-me rir, por favor.

É espantoso como nos querem fazer crer que pagar um jantar após um jogo ou pagar uma noitada de prostitutas (se é que foi verdade) é corrupção, é compra e venda de pessoas e da sua dignidade e seriedade.

Até parece que em Lisboa não há e nunca houve jantaradas colectivas e outras mordomias e sodomias.

É espantoso como tudo isto se passa num jogo, no Porto, entre o quase campeão e um dos últimos classificados, sem qualquer interesse e que decorreu sem a mínima intervenção falaciosa do árbitro no resultado final.

Claro, todos acreditamos que se haverá de encontrar um jogo em que o FC Porto tenha sido beneficiado ou os seus rivais prejudicados.

- O meu sonho começa: Isso até num será difícil ... mais cuidados a ter ... haberá … para os sincronizar com o café …, as putas… e outras mordomias … mas num será nada que num se consiga … até os imbentamos ... carago ... mais camara lenta prá frente ... menos camara lenta pra trás ... mais corte aqui ... mais emenda acolá ... num haberá problema ...

É espantoso como nesses anos de Mourinho, e foram dois, o FC Porto passeou uma gritante superioridade sobre todos os restantes adversários e como, em jogos de alto risco para a discussão do título, em Alvalade, tenha sido sempre gravemente, de forma grosseira, PREJUDICADO por Lucílio Baptista, como o poderão atestar os vídeos integrais desses jogos.

É espantoso como o Procurador de Gondomar, Carlos Teixeira, desses e outros tais jogos, que decidem títulos, não tenha gravação de qualquer escuta e muito menos tenha indícios de Pinto da Costa, ou acólitos, a querer comprar o resultado desses jogos. Muito espantoso mesmo.

E se à Dra. Maria José Morgado é permitido divagar em frente das câmaras de televisão, a mim, obviamente, também me será permitido ficcionar pensamentos meus:

Nos meus pecaminosos pensamentos, eu penso que o Procurador de Gondomar, Carlos Teixeira, é um benfiquista ou sportinguista doente, fanática e sectariamente anti-Pinto da Costa e anti-FC Porto, que, vergado e humilhado com os êxitos do FC Porto e vítima da lavagem ao cérebro que os media desportivos vêm implementando na sociedade portuguesa, armadilhou, penso eu, de gravador em riste, penso eu, aproveitando-se da insensatez dos árbitros, penso eu, toda esta palhaçada.

É espantoso não existir qualquer indício, por mínimo que seja, nos jogos em que o FC Porto mais necessidade teria de vencer ou de elevadíssimo grau de dificuldade, de tentativa de corromper quem quer que seja ou de tentar vencer pela via da corrupção.

Isto cheira mal, cheira mesmo muito mal. Há que ter vergonha.

Aliás, eu também poderia pensar que a reunião num hotel de Lisboa, mencionada por Miguel Sousa Tavares na “A Bola” de 16/01/2007, seria um caso de corrupção. Poderia apenas pensar e nunca afirmar porque, infelizmente, não fiz escuta telefónica.

Agora vem o Parlamento, pela mão do PSD (como está o seu Benfica, Dr. Luís) e de outros grupos parlamentares, querer retirar da Lei o nexo casualidade para que as palhaçadas, como a, penso eu, do Apito Dourado e as inventonas preparadas à distância e minuciosamente, como a, penso eu, do caso Calheiros, possam ter êxito e não necessitem da mínima justificação e sustentação.

Por onde andavam todos estes senhores, onde estava o País, quando o Benfica do Dr. Vale Azevedo não pagou as suas obrigações fiscais e de segurança social e, muito mais grave, gravíssimo, apresentou na Liga um documento ESTATAL FALSO para vigarizar os regulamentos da Liga, aprovados pelos clubes e em conformidade com o Protocolo assinado pelo Governo, FPF e Liga, e assim, ilegal e ilegitimamente, poder participar na Superliga?

Alguém se lembrará do Presidente do Benfica, Manuel Vilarinho, confessar diante das TVs, que afinal não tinham sido cumpridos os compromissos fiscais e da Segurança Social e que o Benfica devia uma “pipa” de massa ao Estado?

Alguém se lembrará que o fisco e o governo, face aos regulamentos e ao Protocolo assinado, tinham obrigação de saber que o Benfica não cumprira os seus compromisso e que estava a participar ilegal e ilegitimamente na primeira liga?

Alguém se lembrará do empenhamento apressado, do governo de então, para salvar a honra do convento e explicar as dívidas do Benfica, aquando do eclodir deste maior escândalo da história do futebol português? E para justificar que uma grande parte desse incumprimento acabava de ser regularizado e que para o restante foram programados pagamentos faseados? Foi o Dr. Pina de Moura ou foi o Eng. Sócrates? É que já não me lembro muito bem, embora me lembre perfeitamente desse reconhecimento público da maior farsa e corrupção do futebol português.

Alguém se lembrará do presidente da Liga, Valentim Loureiro, com aquele seu ar de inocência premeditada e de xico-esperto incontrariável, vir garantir que a Liga recebera um documento oficial do estado e que, portanto, nada haveria a fazer.

Mas então, quando se descobre que o conteúdo desse documento oficial do estado é uma grandiosíssima trapaça, uma vigarice ordinária, não se abre um processo por não ter sido liquidados em tempo oportuno as dívidas ao fisco e segurança social e não se abre um outro processo pela manobra fraudulenta?

E não se investiga quem do fisco foi corrompido, se é que seria necessário corromper alguém?

E não se obriga ao cumprimento dos regulamentos então vigentes e não se anulam os jogos em que o Benfica participou ilegal e ilegitimamente na primeira liga? E não se atira o Benfica para a liga de honra, no mínimo?

Por onde andavam as preocupações do Parlamento? A Lei contra a corrupção, e o seu cumprimento, servia a verdade e a justiça? Era, então, uma boa Lei? De certeza?

- E eu sonho: Claro, a “máfia” é no Puarto, o mafioso é o outro ... o papa ... quando chegar a hora dele ... do papa ... logo beremos a Lei ... Seis milhões na liga de honra …isso é que era bom ... parolos …esperem sentados … isso era uma bronca dos diabos .... poderá lá ser... mande-se a Lei para o exílio até que o outro seja armadilhado … perdom ... quero dizer … apanhado …

E a comunicação social, desportiva e a outra, não sentiram nem cheiraram a fraude? Não se aperceberam das implicações do maior escândalo de sempre do futebol português? Desconheciam o Protocolo e os regulamentos do futebol profissional?

- Em sono agitado, continuo a sonhar: … na … na … eles num bê … num bê? … num bê o quê? …na … no meio dos seis milhões? … na ... eles num bê … porra … o quê? … o polbo … o polbo bermelho … tás parbo ou quê? … claro que num bê ... no meio do bulcom … ber a laba?... num bê ... és um pacóbio … ainda acreditas em bruxas …

Espantoso, esqueceram-se, todos, mas mesmo todos, de pugnar pela verdade e pela justiça. Que estranho, muito estranho.


Mas nada me surpreende, pois há muito que o meu conceito sobre os media e comentadores desportivos está formado. Para mim, segundo o meu pensamento, não passam de uma corja de sectários e corruptos morais.

É verdade, já me esquecia, e o Estrela? Sim, sim, esse mesmo, o ESTRELA da AMADORA, que desceu, no ano da descoberta da fraude, à liga de honra.

- Eu durmo e sonho: Mas é claro ... sim senhor ... já me alembro ... o Estrela ... estrebuchou ... foi aí sim ... sim …quando o Estrela estrebuchou … que S. Balentino falou ...

- Ahah, parece que já me lembro melhor.

- E continuo a sonhar: Que foi, que se passa? ... o Estrela … o Estrela ... que foi? … logo que estrebuchou, logo calou … ahaan? … pode lá ser?... o pintinho nim é parte interessada ... e num pode assim tanto ... uhmmm, aí há gato escondido com rabo de fora ... será? ... mas ninguém bê o rabo do gato ... rabo? ... qual rabo? ... com bentosas? ... tás tolo pá? ... ou quê? ... essa abóbora num funciona ... num funciona mesmo ...

Que fez o Ministério Público? Que fez a Judiciária? Alguém investigou o mínimo dos mínimos para tentar saber o que se passou? Investigaram porque o Benfica não foi despromovido, COMO IMPUNHAM OS REGULAMENTOS ENTÃO VINGENTES, quando tudo foi descoberto?

Inquiriram, revistaram as casas de todos os eventuais implicados, estado e homens do estado incluídos?

- Acorda aqui, acorda acolá, sempre sonhando: Foi feito ... sim senhor … e muito ... sim senhor ... uma troboada ... um relômpago ... um repente ... o Bale ... o que atirou com o Benfica para a liga de honra …sabes … sabes … foi engaiolado … prebentivamente ... porque ... porque ... na … na... num é o que estás pr’aì a pensar ... na ... com seis milhões? ... liga de honra? … num crias mais nada? ... na ... na ... és muito santinho ... na … na …desbiou dinheiro do Benfica … do Obchinnikob …

- E o sonho continua: Ahaaah ... olha … olha … fechou a cortina ... já acabou? ... acabou? ... num pode ... acabou? ... ahaan …olha …olha ... outra vez … a abrir outra vez ... olha … olha …, eles todos ... de mãos dadas ... baixa a cabeça ... lebanta a cabeça ... ena pá ... tantas flores ... baixa a cabeça ... lebanta a cabeça ... ena pá … tantas palmas ... é carago … tudo de pé … tantas palmas …

Como eu gostaria de saber se houve, ou não houve, jantarzinhos, jantarões, telemóveis, pagamentos e putões e reuniões ultra-secretas para, ao mais alto nível, silenciarem e branquearem o maior escândalo da história do futebol português. Como eu gostaria de saber, se gostaria ....

Mas não, já não tenho ilusões. As revoluções acabaram e também já não temos Forças Armadas para limpar este País.

Por onde andaria, nessa altura, a Dra. Maria José Morgado? Uma boa pergunta, não?

Que moral têm agora para exigirem, a todo o custo, a pele do FC Porto e de Pinto da Costa?

É preciso terem muita lata para agora quererem considerar como corrupção tirar os três a um árbitro num bordel, quando escandalosamente se marimbaram para um documento ESTATAL FALSO emitido para VIGARIZAR os regulamentos da Liga e assim participar, ilegal e ilegitimamente, na primeira Liga.

Como podem valorizar e dar crédito a Carolina Salgado e a um livro encomendado, penso eu, por, penso eu, Luís Filipe Vieira, José Veiga, Leonor Pinhão, João Malheiro e, penso eu, pelo Procurador de Gondomar Carlos Teixeira?

De que valeram os testemunhos, em Tribunal e sob juramento, das vítimas do caso Casa Pia, quando afirmaram estar o Dr. Paulo Pedroso implicado? Porque não mereceram credibilidade?

Como eu gostaria de conhecer o conteúdo das escutas telefónicas entre o anterior Presidente da República, Dr. Ferro Rodrigues e Dr. António Costa.

E, claro, todas, mas mesmo todas, as escutas do apito dourado.

- E regresso ao sonho: ... o quê … os telemóbeis dos mouros …que estás pr’aí a dizer? … som da rede espanhola ... da rede espanhola? ... que estás pr’aí a dizer? ... tem juízo ... na ... na ... de certeza ... certezinha ... na … na …num foi isso ... num som da rede espanhola ... num som nada ... deram o berro ... os grabadores ... sim ... os grabadores ... escutas dos mouros? ... escutar mouros? ... pensas que tás onde? ... vai plantar batatas ...

Como eu gostaria de perceber o que é tráfico de influências, como gostaria ...

Como é possível reabrir um processo só porque, uma Carolina qualquer, deu o nome e a cara a um livro encomendado, penso eu, por, penso eu, Luís Filipe Vieira, José Veiga, Leonor Pinhão, João Malheiro e, penso eu, pelo Procurador de Gondomar Carlos Teixeira, quando o testemunho, em pleno Tribunal e sob juramento, das vítimas do processo Casa Pia , não foi suficientemente credível para reabertura e reintegração do Dr. Paulo Pedroso no processo Casa Pia?

Pior ainda, ao invés do tapete vermelho estendido a Carolina Salgado, as vítimas do processo Casa Pia foram obrigadas a silenciar essa questão.

Será que o Procurador-Geral e a Dra. Maria José Morgado teriam já questionado o Procurador de Gondomar Carlos Teixeira sobre como o famoso dossier foi parar à porta de casa do Presidente do Benfica, será que já lhe perguntaram?

E já agora, será que o tal famoso dossier, que tanto tempo esteve na posse do presidente do Benfica, teria servido para dar “voz” à Carolina, que de nada saberia, penso eu, e assim publicarem o “Eu Carolina”?

Teria servido também para ensinar, preparar e fundamentar a acusação, que eu penso ter sido comprada, agora sustentada por Carolina?

Porque não investigar as contas bancárias da Carolina e familiares, tanto aqui como em Espanha e em França?

Aliás, o que também deveria ter sido feito com a célebre menina da Cosmos, no propalado processo Calheiros, lembram-se?

Porque será que o presidente do Benfica não entregou, de imediato, o dito dossier no Ministério Público?

E porquê o Ministério Público, perante o constante, arrogante e pidesco folclore televisivo, não lhe exigiu os documentos?

Porque, segundo os meu pecaminosos pensamentos, não faria sentido devolvê-lo à origem com os objectivos por cumprir.

Para o meu raciocínio, isto é claro como água. Para o meu raciocínio, a rua é o local ideal para garantir a condenação pública que a Lei não permite garantir.

Este tipo de actuação, admitida pelo meu raciocínio, é, penso eu, típico dos frustrados e corruptos morais.

E o segredo de justiça?

É verdade, que segredo de justiça? Qual segredo de justiça?

Será que o Procurador Geral e a Dra. Maria José Morgado acreditam que o Conselho de Justiça decidiu com uma incoerência, gravemente suspeita, no caso Nuno Assis, quando comparada com a sua anterior sentença num caso semelhante relacionada com um jogador do Vitória de Setubal (sic Dr. Laurentino Dias) só pelos longos cabelos de Nuno Assis ?

Eu NÃO acredito e não deixarei que queiram fazer de mim parvo. Para mim, é evidente, penso eu, que houve tráfico de influências. Para mim, é evidente, penso eu, que houve corrupção.

Se para mim é corrupção material, ou, se para mim é corrupção moral? Como saber, se a Judiciária e o Ministério Público nem sequer se permitiram preocupar com essa eventualidade?

Aliás, o Benfica não precisa de corrupção material, não precisa usar o telemóvel, não precisa de jantares especiais, não precisa de comprar putas, não precisa de comprar ninguém, etc.

- Aí está o sonho, outra vez: ... mas … mas …eles ... mas ... mas ... eles ... o tanas ... tá pr’aí calado … num fales do quem num sabes ... essa agora ... qual comprar ... qual bender ... ganha tino ... nessa abóbora ... mas é ...

Eles encontram-se todos os dias, eles reinam e mandam em todas as áreas, eles são seis milhões, estão lá todos, os investigadores, os magistrados, os políticos, os governantes, os árbitros, os comentadores e escribas desportivos, os realizadores e editores de imagem, as putas, os corruptos, etc., etc..

Não é preciso pagar. O coração vermelho fanatizado e humilhado é suficiente para mover tudo e todos.

Eu acredito plenamente no meu raciocínio e ninguém me convencerá do contrário.

Eles até jogaram no Algarve com o Estoril, em jogo de capital importância para a manutenção do Estoril e para a discussão do título entre Benfica e o FC Porto.

Jogaram ou não jogaram Dra. Maria José Morgado?

Claro, eu já sei, foi um acto altruísta do Estoril, permitir um jogo de beneficência para os coitadinhos dos Ingleses, muito saudosos da Premier League. Claro, tudo dentro de uma perfeita normalidade.

- Raios partam o sonho que não me larga: O quê? ... O dono do Estoril?... na ... na, isso do dono do Estoril … num é ... é? ... é ele? ... ser … também … o director do futebol profissional do Benfica … isso foi sorte … foi sorte ... sortinha ... bem sabemos ... o Estoril desceu? …o Puarto num foi campeão? … isso ... o pintinho é que sabe ... então carago … que queres? ... ele num ... num mandou o Araújo à fruta ... à fruta ... sabes? ... andaba muito ocupado ... alembras-te da loirica que bufou no trombone? ... o pintinho andaba muito ocupado ...

Cada vez mais agitado, o sonho explode: Pára aí … pára …eia … ena … que grande … enorme … ... o quê, o quê? … ... um polbo ... bermelhinho ... … bermelhinho? ... bermelhinho mesmo? ... ... és mesmo patareco ... anton o polbo ... nun é ... nun é ... como o camelion? ... umas bezes bermelhinho ... mesmo bermelhinho ... como binho ... outras ... bermelhinho ... casi bermelhinho ... deslavado ... este bentosas ... é cá mais ... na república das banaanas ... anton nun é? ... ... tás a mancar ... comigo ... ou quê? ... qual polbo? ... qual bermelhinho? … num bejo nada … ... num bês? ... na … na ... claro que num bês … no meio deles … dos seis milhões ... num consegues ber …tu que julgas? ... num t'alembras do elefaante? ... no meio da manada ... de elefaantes ... é igal ... num bês … na ... na ... num bês ...

- Acorda, acorda, estás com pesadelos.
- Uff, ainda bem que acordei, ouviste alguma coisa?
- Não…!? O que foi?
- Não sei, não me lembro de nada.


Estás mesmo tramado FC Porto, este país vermelho e verde jamais te perdoará os êxitos dos últimos vinte anos.

Põe-te à tabela FC Porto, porque, com a nova Lei que virá, serás apanhado, quer queiras quer não queiras, ao virar da esquina, num piscar de olhos.

O futuro dos portugueses está, sem dúvida, mais risonho. As suas economias vão crescer e criar sustentabilidade.

As muitas milhares de famílias, vocacionadas para a “cunha”, não mais precisarão de se empenharem com as valiosíssimas prendas.

Os construtores e imobiliárias, a acreditar no que por aí se ouve e lê, não mais precisarão de investir balúrdios de euros para conseguirem os seus desígnios.

A Dra. Maria José Morgado e o Procurador de Gondomar, descobriram, penso eu, que por 40 ou 50 euros, que é quanto custa mais ou menos uma prostituta, se pode comprar a dignidade e seriedade dos políticos, dos governantes, dos autarcas, dos investigadores, dos magistrados, dos médicos, dos professores, dos polícias, dos árbitros, etc., etc..

Deus nos livre e guarde do betão feito com livros, areia e cimento.

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007

O apito dourado, de ferro forjado


Em 20/04/2005 este manifesto foi tornado público pelo seu autor.

O apito dourado, de ferro forjado

O frenesim para apanhar os tubarões (FC Porto e Pinto da Costa) continua (apesar de anos e anos de insinuações, especulações e suspeições, por parte da comunicação social desportiva, que eu considero sectária e moralmente corrupta, se ter traduzido num tremendo fiasco, pois o que tem vindo à rede é chicharro, que navega em águas da 2ª B e outras divisões inferiores e que se alimenta, exclame-se, de queijos e vinho) muito embora, preto no branco, não exista nenhuma causa efeito, não exista gente comprada nem vendida e não se discuta valores. Para dar crédito ao Apito Dourado e justificar a operação, recorre-se a ex-árbitros, que arbitrariamente são denominados de mais sérios e mais competentes que todos os outros, para serem eles, a julgarem e decidirem que erros dos árbitros não são erros, mas sim actos de corrupção. Que imagens visionaram eles? As que a judiciária entendeu? Ou viram todos, mas todos os jogos dos últimos 5 anos, pelo menos, em versão integral, de forma a poderem chamar a atenção à Judiciária que, afinal, determinados lances de outros jogos e outras equipas, fora do processo, também não são erros mas sim actos de corrupção? E esses árbitros são especialistas de quê? De arbitragem, só? São peritos em imagem? Sabem entender, cientificamente, a diferença, numa imagem não tridimensional, entre a ilusão de óptica e a realidade? Poderão justificar, cientificamente, quando uma câmara lenta distorce a realidade? Ah! Se as 2ª B e outras divisões inferiores não têm transmissões televisivas, para que foram chamados os especialistas? Claro que Martins dos Santos e Paulo Paraty são de árbitros de 1ª, e, obviamente, estão inseridos na tal campanha de insinuações, especulações e suspeições
É por existir esta corrupção moral, há muitos e muitos anos tremendamente activa e direccionada, na comunicação social desportiva (não só) portuguesa, que uns vão falando, de alto, como falsos anjinhos, na justiça e moralização do futebol, enquanto outros são alvos de escutas telefónicas (com que argumentos se iniciaram essas escutas se outros clubes dela não foram objecto) e constituídos arguidos, por ridicularias que ninguém consegue explicar.
Nós, portistas, não duvidamos dos 6 milhões de benfiquistas, nem dos 4 milhões de sportinguistas (????).
Mas também não somos burros.
Bem sabemos que essa enorme percentagem de anti-portistas e anti-Pinto da Costa, sectários e primários, está presente em toda a sociedade portuguesa. Ela tem que ser aplicada a todos. Na política, na justiça, na investigação, nos jornalistas, nos comentadores, nos editores e realizadores de imagem, etc., etc. e em todos os orgãos e actividades do País.
Os objectivos, do Apito Dourado, da "viagem do Calheiros ao Brasil" e dos delírios do Sr. Barata, estão assim perfeitamente justificados.
Quanto à "viagem do Calheiros ao Brasil", a Sic, o Jorge Schnitzer(?) e a menina “da Cosmos”, foram escutados e investigados e as suas casas revistadas? Não teria sido uma inventona preparada à distâcia? O anti-portismo primário e o ódio a Pinto da Costa eram mais que evidentes nos Donos da Bola e, para mim, penso que o sr. Schnitzer (?), para destroçar o FCP e PC, seria capaz de tudo. A menina “da Cosmos” e o Jorge Schnitzer (?) "desapareceram", pelo menos nunca, eu, mais ouvi falar deles. Essa história nunca me pareceu bem contada. É que no ano e altura da dita viagem, o FC Porto foi em digressão ao Brasil e seria fácil incluir Calheiros na comitiva. Ou neste país já se esqueceram, que Mário Luís de Leiria apitou uma finalíssima da Taça de Portugal, na qual o Sporting venceu o FC Porto por 2-1, tendo o Sr. Mário Luís prejudicado os portista. Recordam o que aconteceu? No dia seguinte o Sr. Mário Luís embarcou com o Sporting para uma digressão à China, com o fato oficial do Sporting. Alguém reclamou? Alguém achou mal? Os media lançaram a suspeição? O Dr. Dias da Cunha insurgiu-se contra o “sistema”? A Judiciária investigou? O Ministério Público accionou?
Lá foram, cantando e rindo.
Trata-se somente de uma perseguição sem cartel e sem pudor ao FC Porto e Pinto da Costa, que vai encontrando, na sua caminhada telefónica, coisas de lana-caprina e pessoas que não eram tidas nem achadas nessa perseguição, mas que importa especular e incriminar para fazer crescer a bola de neve que se pretende gigante.
Tudo começou quando Vera Jardim, um dos 4 milhões (?????) de sportinguistas frustados e irados pela senda vitoriosa do FC Porto (ultrapassou o Sporting em tudo e em 7 anos consecutivos, de Artur Jorge a António Oliveira, o FC Porto em Alvalade, para a Liga, empatou 1 e venceu 6, apesar de profundamente "ROUBADO" em todos esses jogos), em 1995, quando ascendeu a Ministro da Justiça, ter declarado a abertura de um mega processo no futebol. Eu percebi imediata e claramente o alcance pretendido. É opinião minha, que a partir daí, não mais o FC Porto, Pinto da Costa e Reinaldo Teles deixaram de ser escutados. É a minha leitura de todos os factos. E 9 anos de investigação (?), de escutas (?) e de constante e premeditada onda de suspeição (autentica lavagem ao cérebro dos anti-portistas), para além das grandes palhaçadas dos comentários e debates televisivos, que pariram? - “Tirar os três” a um árbitro num bordel, para beneficiar o FC Porto num jogo nas Antas, para o qual, à partida era favorito a mais de 90% e "pedir" para reduzir o castigo de 2 para 1 jogo de um jogador portista - . Foram estes os grandes crimes atribuídos ao Todo Poderoso "Papa", ao Maior "Mafioso" do Império Português de Aquém e Além Mar e Senhor Absoluto do Futebol Português e que lhe permitiram, segundo essa corja sectariamente anti-portista, no seu reinado de 22 anos, vencer 13 campeonatos, 8 Taças de Portugal, 13 Supertaças, 2 Ligas dos Campeões Europeus, 1 Taça Uefa, 2 Taças Intercontinentais e 1 Supertaça Europeia.
Penso que é altura de todos os sócios e adeptos portistas, por sua única iniciativa, instituírem a BURLA – Brigada Unida Revolucionária da Luta Anti-apito dourado e organizarem um enorme comício no Dragão, completamente cheio, e inundar, todos os dias, a sua cidade com panfletos e cartazes, para questionar o País e as autoridades, sobre o porquê desta perseguição e exigir saber:
- Face à arbitragem escandalosamente tendenciosa, contra o FCP, de Bruno Paixão, em Campo Maior, (o Sporting foi campeão) e face aos últimos 3 anos de arbitragens anormalmente prejudiciais, de Lucílio Batista em Alvalade(!!!), contra o FCP (para não falar desses tais 7 anos de "roubos" cristalinos, de um célebre e espectacular auto-golo de cabeça, em Guimarães, que "roubou" o tri de 1980 ao FC Porto, a favor do Sporting, marcado por Manaca, ex-jogador leonino, ao serviço do Vitória e dessa tal viagem à China), que investigação e escutas foram levadas a cabo pela Judiciária? Que casas foram revistadas? Que fez o Ministério Público?
- Se o regulamento da Liga Profissional, aprovado pelos clubes, logo após o protocolo com o Estado, preconizava a descida à Divisão de Honra dos clubes que não apresentassem o comprovativo de situação regularizada com o fisco e segurança social, como é que o Benfica, para além de não ter cumprido as suas obrigações fiscais, apresentou uma declaração, que apesar de ofícial, era forjada por alguém que se deixou corromper, e não desceu de divisão? Este, sem dúvida, o maior escândalo que alguma vez o futebol português enfrentou. Que investigações e escutas foram feitas? Foram ouvidos o Benfica, o Dr. Vale Azevedo, a Liga, o Ministério das Finanças, a Direcção-Geral de Contribuição e Impostos? Foram revistadas as casas de todos? Que fizeram a Judiciária e o Ministério Público? Não houve corrupção nem tráfico de influências? E o que fizeram os media portugueses e o Governo de então? Calaram-se e abafaram, como sempre, quando as situações prometem descongelar a bola de neve e inundar a 2ª circular. Quer dizer …, fez-se algo para pacóvio ver, “prenderam” o Dr. Vale Azevedo por “meter ao bolso” dinheiro do Benfica numa transferência do Ovchinnikov. Apresentar uma declaração falsa de uma entidade estatal, para vigarizar a Liga e os seus regulamentos, obtida por corrupção activa e passiva, independentemente de ser, ou não, corrupção material (como saber se não foi investigado?), não foi considerado crime nem merecedor de investigação? É que reconhecer o crime, seria enviar o Benfica para a Divisão de Honra. Isto não será, também, cumplicidade e tráfico de influências de todas as entidades, por omissão?
Como se pode ter a lata e a sem vergonha de se tentar incriminar o F.C. Porto e Pinto da Costa? Ninguém, mas mesmo ninguém, das entidades de investigação, da justiça, do governo de então e dos media, que têm um poder discricionário, não votado, que nem a ditadura de Salazar tinha, poderá merecer a nossa confiança ou ter moralidade para tentar sujar o nome do F.C. Porto.
- Se foi público e foi uma das mais faladas novelas do País, que o Dr. Vale Azevedo vendeu todo o património do Benfica, incluindo os terrenos que ao longos dos anos lhe foram atribuídos pela CM Lisboa para infra-estruturas desportivas e se foi público que o Benfica estava "falido", como aparece o novo estádio e todas as infra-estruturas circundantes? Em que terrenos e com que dinheiro? Que investigação e escutas foram feitas? Quem foi ouvido? Que fizeram a Judiciária, o Ministério Público e o Governo?
- Porquê a investigação sobre o Dr. Nuno Cardoso se ele nunca foi presidente da CM Lisboa nem nunca esteve metido nessa confusão dos terrenos dados, vendidos, voltados a dar, hipotecados, vendidos e não sei que mais o quê, que eu, e ninguém, jamais perceberemos?
- Porquê tráfico de influências, na tentativa, legítima, do FC Porto tentar reduzir o castigo de Deco de 2 para um jogo de castigo? A Judiciária e o Tribunal viram a falta de Deco? Investigaram porque o Deco apanhou 2 jogos, quando umas semanas antes, o malogrado Feher, com o jogo parado e bola fora do terreno de jogo, caminhou meia dúzia de metros para, sem mais nem menos, agredir com uma cabeçada um jogador adversário e foi castigado, apenas, com um só jogo? Afinal, quando, onde e quem patricou o tráfico de influências? Esta anormalidade foi investigada, houve escutas?
- Os sócios e adeptos do FC Porto têm o direito de conhecer, não só as escutas que determinaram existir tentativa de tráfico de influências na questão do Deco, mas também conhecer o conteúdo das conversas telefónicas do Dr. Ferro Rodrigues, do Dr. António Costa, do Sr. Presidente da República e outros, relativamente ao Dr. Paulo Pedroso e sua relação com o processo casa Pia, para que possam analizar e comparar, para que possam distinguir o que é e não é tráfico de influências e entender, de uma vez por todas, porque foi o Sr. Pinto da Costa interrogado por um Magistrado e constituído arguido por tráfico de influências.
Eu não sei se a juíza responsável pela instrução do processo "Apito Dourado", Dra. Ana Cláudia Nogueira, viu e reviu o tal jogo FC Porto – Estrela da Amadora. Eu aconselhar-lhe-ia que o fizesse e, sobretudo, visionasse completamente o tal jogo Campomaiorense-FC Porto que deu o título ao Sporting e os últimos três jogos em Alvalade, Sporting – FC Porto, apitados por Lucílio Batista, chamasse os três antigos árbitros, Adelino Antunes, Vítor Pereira e Jorge Coroado para, estes, lhe explicarem o que é, ou não é, uma arbitragem premeditadamente prejudicial a um dos contendores, e quais os jogos em que esse factor foi mais evidente. Estes jogos, nos quais o FC Porto foi grotescamente prejudicado, estranhamente, tiveram um factor comum: eram muito mais importantes para a luta pelo título entre FC Porto e Sporting que o Estrela da Amadora nas Antas, onde à partida o FC Porto dispunha de um favoritismo de 90 %, pelo menos.
Eu até acredito que o pagamento de um relacionamento de um árbitro com prostitutas possa gerar um clima de empatia, simpatia e alguma intimidade promíscua, que em situações de dúvida possa favorecer o clube envolvido. Mas jamais acreditarei que um árbitro se possa corromper por favores sexuais e premeditadamente adulterar um resultado de futebol. A corrupção tem que estar muito acima da eventualidade de lances duvidosos existirem ou não. A justiça não pode nem deve ser hipócrita e estúpida a ponto de ignorar que essa intimidade criada tem, precisamente, a mesma medida de um árbitro amigo, com simpatias ou antipatias clubistas, de árbitros de regiões distantes que diariamente convivem com familiares e amigos apaixonados ou fanáticos por determinados clubes. A medida é a mesma, o relacionamento das pessoas, a que ninguém pode fugir. Corrupção é situação completamente diferente. É a compra e ou venda de pessoas e da sua honestidade. Como por exemplo, obter, num departamento do estado, uma declaração falsa. Às entidades judiciárias deste país não compete empolar uma situação e prosseguir uma “caçada às bruxas” quando ostensivamente abafaram, branquearam e votaram ao silêncio o maior escândalo do futebol português: “comprar” e entregar uma declaração estatal falsa para poder competir na 1ª liga do futebol profissional e evitar a descida a escalões inferiores. Se têm dúvidas, vejam com olhos de ver os três últimos jogos apitados pelo Sr. Lucílio Batista, em Alvalade, em jogos Sporting – FC Porto, determinantes entre candidatos ao título e comparem com os favores do Sr. Jacinto Paixão. É muito simples. Tenham isto bem presente. Se alguém deveria estar no banco dos réus, esse alguém seria muita e importante gente deste País, incluindo entidades judiciárias, porque não querem vêr com os dois olhos. O ditado lá diz, em terra de cegos quem tem um olho é rei.
Nós portista sabemos que existem televisores a preto e branco e a cores. Estamos a aprender a conhecer as televisões monocolores, a vermelho e a verde.
E querem tirar o poder de decidir aos árbitros para o entregar aos realizadores, editores de imagem e comentadores das televisões monocolores.
Esses impolutos donos da verdade e da pureza só me fazem rir.
Hoje, sorridentes, as televisões monocolores até aventam a hipótese de sanções desportivas para o FC Porto, como se isso fosse possível depois do branqueamento e silenciamento premeditado das falsas e corruptas declarações que o Benfica entregou na Liga para, na presidência do Dr. Vale Azevedo, poder actuar na super liga.
Com 6 milhões de benfiquistas e 4 milhões de sportinguistas não existem mais portugueses. Então, onde estão os corruptos deste País? Não existem?
Que credibilidade poderá ter este processo, quando em plena luta directa, com o Benfica e Sporting, pelo título, os árbitros nomeados para apitar jogos do FC Porto eram, durante a semana dos jogos, e mais que uma vez isso sucedeu, instados a depor nas entidades de investigação, ou vice-versa.
Afinal, onde estão os corruptos, os traficantes de influências e os carregadores de pressão?
É claro que o tráfico de influências é inútil, o suborno não tem razão de ser, entre eles está sempre tudo bem. Eles são o País.
Só é triste, muito triste, não existir quem os possa investigar e quem os possa pronunciar.
Estás f***** FC Porto, neste país alegremente vermelho e verde, que jamais te perdoará o sucesso dos últimos 20 anos.
Nós, portistas, sabemos que somos ninguém.
Não sendo portugueses (não há lugar para nós), também não somos súbditos do Idi Amin Dada, SOMOS PORTISTAS.

Fafe
Sócio FC Porto nº 7.193